No domingo (6/9), uma performance elétrica em ativação de marca dialogou com a geração Z, com foco em autenticidade. Encontros e improvisos entre artistas marcaram o intervalo.
Festivais são feitos tanto pelo que está no palco quanto pelos encontros e desvios que acontecem entre uma apresentação e outra. Foi nesse intervalo, entre o planejado e o espontâneo, que Clementaum apresentou sua própria linguagem no Rock in Rio 2026, em um pocket show realizado pela Trident no domingo, 6 de setembro.
A ativação da marca buscou se aproximar da geração Z, que valoriza autenticidade e liberdade para fazer as coisas do próprio jeito. No espaço da Trident, a proposta ganhou força ao colocar artistas com universos distintos lado a lado: Clementaum trouxe uma performance eletrizante, enquanto Marina Sena participou como um dos rostos da campanha “Que se Masque”.
Clementaum ocupou o palco com uma sonoridade que mistura ritmos latinos e transita entre funk, techno e tribal, reforçando a ideia de que a experiência do festival pode ser menos sobre perfeição e mais sobre viver o momento. A presença de Marina Sena dialogou com essa mesma mensagem — uma trajetória que não se limita a um único gênero musical e que busca identidade própria.
“O Rock in Rio é um dos maiores símbolos da cultura e da música no Brasil e representa exatamente o que queremos celebrar com Trident. Queremos mostrar que, diante das pequenas pressões e expectativas do dia a dia, sempre existe espaço para ser quem você realmente é.”
— Ana Assis, diretora de Marketing de Balas e Gomas na Mondelēz Brasil.
O conceito da campanha parte da ideia da mascada como gesto de atitude e liberdade: a assinatura “Que se Masque” funciona como convite para não performar o tempo inteiro e para assumir pequenas imperfeições como parte da história pessoal — cantar fora do tom, perder a turma ou ver a chuva estragar um look deixam de ser erros e viram lembranças.
“Eu me identifico muito com essa ideia de não se prender ao olhar dos outros e viver as coisas do nosso jeito. Festivais são espaços de liberdade, onde a gente pode se permitir, dançar, cantar e simplesmente aproveitar o momento.”
— Marina Sena.
A conexão da marca com a rotina dos frequentadores de festival também foi sustentada por dados: segundo pesquisa realizada pela agência Leo em 2025, 41% das pessoas levam goma de mascar para festivais, tornando o produto o segundo item mais presente no bolso dos participantes, atrás apenas da água — um comportamento interno que o estudo apelidou de “share of pochete”.
A experiência proposta pela Trident não se limitou ao pocket show. A Trident Ballroom Experience trouxe para o festival a cultura ballroom — movimento que nasceu em Nova York e mistura música, moda, dança e comportamento — com sessões conduzidas por DJs e mestres de cerimônia, categorias para participação do público e convites à experimentação corporal e performática.
Ao longo dos sete dias do festival, a expectativa da ativação é receber cerca de 400 participantes por dia e distribuir aproximadamente 30 mil brindes, entre produtos Trident, shoulder bags e leques especiais. A proposta é transformar dança, poses e performance em parte da narrativa da marca, ampliando o alcance da campanha além do momento do show.
No fim, a ativação buscou traduzir a noção de liberdade em música e movimento: a partir de um pocket show e de espaços de vivência, a Trident tentou reforçar que festivais são territórios onde experimentação e espontaneidade valem mais que roteiro perfeito.
Siga a Casa das Fofocas e receba as novidades de famosos, TV e cinema em primeira mão.




