Quem: a cantora Mônica Salmaso
O quê: lança o registro ao vivo do show “Minha casa”
Quando: a partir de 2 de setembro
Onde: álbum editado pela gravadora Biscoito Fino; gravação feita no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (MG), em 4 de outubro de 2024
Como: o show foi captado durante a turnê iniciada logo após o fim da excursão “Que tal um samba?” (2022/2023), dividida com Chico Buarque. A direção musical é assinada pela própria artista em parceria com Teco Cardoso.
Registro chegará também em DVD
Além do lançamento digital, o material ganhará edição em DVD, ainda sem data confirmada. Embora o formato físico esteja cada vez mais raro no mercado fonográfico, a gravadora optou por disponibilizar o concerto nesse suporte.
Imagem: Mauro Ferreira via g1.globo.com
Formação da banda
Para o espetáculo, Salmaso contou com:
- Teco Cardoso – flautas e saxofone
- Ari Colares – percussão
- Lulinha Alencar – acordeom
- Neymar Dias – viola caipira e contrabaixo
- Ricardo Mosca – bateria
- Tiago Costa – piano e arranjos
Repertório apresentado no Rio de Janeiro
Na estreia carioca do show, em 24 de fevereiro de 2024, na casa Vivo Rio, o roteiro incluiu 22 faixas:
- Saudações (1974) – Egberto Gismonti e Paulo César Pinheiro
- Vou na vida (1997) – Swami Jr. e Virgínia Rosa
- Noite severina (2001) – Pedro Luís e Lula Queiroga
- Aparição do Gonzaga (2020) – Ian Faquini e Guinga, com poema de Rogaciano Leite e citação de “Baião” (1946)
- A violeira (1983) – Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque
- Quebra-mar (2022) – Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro
- Acalanto (2004) – Teresa Cristina
- Telecoteco (1958) – Marino Pinto e Murilo Caldas
- Valsinha (1971) – Chico Buarque e Vinicius de Moraes
- Violada (1992) – Guinga e Paulo César Pinheiro
- Paulistana sabiá (2021) – Guinga
- Moro na roça (1972) – tema tradicional adaptado por Xangô da Mangueira e Jorge Zagaia
- Assentamento (1997) – Chico Buarque
- Morro velho (1967) – Milton Nascimento
- Santa voz (1996) – Baden Powell e Paulo César Pinheiro
- O tempo nunca mais firmou (2021) – Chico Chico e Sal Pessoa
- Xote (1998) – Rodolfo Stroeter e Gilberto Gil
- Mortal loucura (2005) – José Miguel Wisnik com versos de Gregório de Matos
- Tá? (2009) – Pedro Luís, Roberta Sá e Carlos Rennó
- Gírias do norte (1961) – Jacinto Silva e Onildo Almeida
- Bis: Beatriz (1983) – Edu Lobo e Chico Buarque
- Bis: Menina amanhã de manhã (1972) – Tom Zé
“Minha casa” chega para coroar a fase atual de Mônica Salmaso, marcada por parcerias de peso, repertório vasto e arranjos refinados.
Com informações de g1.globo.com
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