Em coluna publicada em agosto de 2025, a psicóloga clínica e educadora sexual Laura Müller afirmou que não existe um “modo certo” de agir durante o sexo. Segundo a especialista, cada pessoa traz características próprias para as práticas amorosas e essa singularidade deve ser valorizada.
Müller explicou que, principalmente entre jovens e adolescentes, é comum a busca por modelos de comportamento, inclusive na vida sexual. No entanto, ela defendeu que o prazer pode ser maior quando se respeitam as particularidades de cada indivíduo, sem seguir roteiros predefinidos.
A educadora lembrou que, apesar da liberdade para experimentar carícias, movimentos e formas de comunicação com o parceiro, a orientação básica de saúde permanece: o uso da camisinha em todas as práticas sexuais, inclusive no sexo oral, para prevenir infecções sexualmente transmissíveis.
Para a psicóloga, o caminho para uma experiência satisfatória passa pela conexão com as próprias sensações e pela comunicação — verbal ou não verbal — com quem está ao lado. Ela resumiu que observar a si mesmo e o outro, permitindo que as coisas fluam naturalmente, torna o momento mais prazeroso.
Imagem: redir.folha.com.br
Com informações de Folha de S.Paulo
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