No fim da novela, Ana Castela relembrou os primeiros dias de gravação e a vergonha de atuar diante das câmeras. "Estava bem nervosa, não sabia se ia dar certo", disse.
A cantora Ana Castela, conhecida por sua trajetória de sucesso nos palcos, enfrentou um novo desafio ao ingressar no elenco da novela “Coração Acelerado”. Em meio à reta final da trama, Ana relembra seus primeiros dias de gravação e a insegurança que sentiu ao atuar diante das câmeras.
“Estava com muita vergonha, não sabia se eu ia dar certo, não sabia se eu ia gostar disso aqui. Estava bem nervosa mesmo. Tenho uma certa intimidade com a câmera, mas não com essa. E deu tudo certo no final”, comentou Ana.
A participação da artista na novela não se limitou apenas à atuação. Ana também emprestou sua voz à abertura da trama, cantando a música “Olha Onde eu Tô”, o que foi um grande passo em sua carreira, já que ela já havia se aventurado no teatro durante a infância.
“É um grande passo na minha vida profissional porque, quando eu era pequena, fazia teatro, participava de peças na escola. Então, essa vida da arte sempre esteve no meu sangue, mas nunca imaginei participar mesmo de uma novela, com muitas falas. Para mim é um passo enorme, não só como cantora mas também como atriz”, ressaltou Ana.
O desafio da atuação se intensificou com a produção derivada “Onde Está a Boiadeira?”, onde Ana precisou deixar de lado a interpretação de si mesma e se aprofundar em emoções mais complexas. Ela revelou que essa nova experiência foi particularmente desafiadora.
“Nessa novelinha precisei usar muito das minhas técnicas como atriz, atuar mesmo. Precisei transmitir medo, choro… Achei mais difícil, confesso”, disse a cantora.
Nos bastidores, Ana contou com o apoio de colegas de elenco, que foram fundamentais para sua adaptação à nova rotina. Filipe Bragança e Isadora Cruz foram alguns dos atores que a ajudaram no início das gravações, e mais recentemente, André Luiz Frambach também se juntou à equipe de apoio.
Com esse novo capítulo em sua carreira, Ana Castela demonstra que a arte é um campo que pode ser explorado de diferentes maneiras, e que sua versatilidade como artista a leva a novos horizontes.






