Dia 12 de setembro, a primeira edição reúne gerações e ritmos em shows que vão da tradição ao contemporâneo. O cardápio musical inclui Ebony em turnê 'KM2', Linn da Quebrada e Lia de Itamaracá.
Animados para o AFROPUNK Recife? O festival acontece no dia 12 de setembro e promete marcar a cidade com uma programação que mistura gerações, ritmos e referências culturais. Essa será a inédita primeira edição na capital pernambucana, realizada na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e o formato já chama atenção por trazer nomes que dialogam entre tradição e contemporaneidade.
O cartel de atrações vai juntar artistas de diferentes trajetórias: Ebony chega em Recife no auge da sua nova turnê, “KM2”, com um show que deve privilegiar a energia do palco e um repertório repleto de hits como “KIA” e “Extraordinária”. A presença dela reforça o caráter pop e dançante do evento, pensado tanto para quem busca grandes refrões quanto para quem acompanha a cena em ascensão.
Outra atração que vai abrir o festival é Lia de Itamaracá. Aos 83 anos, a artista conhecida como a “rainha da ciranda” vai se apresentar ao lado de Daude. A parceria entre as duas não se restringe ao AFROPUNK Recife: em 2025 elas lançaram juntas o disco “Pelos Olhos do Mar”, que contou com participações de nomes como Chico César e Emicida, entre outros. Essa conexão entre gerações deve ressaltar a dimensão popular e comunitária da ciranda no palco do festival.
Linn da Quebrada também integra a programação e chega com material recente: a artista retornou à carreira solo com o lançamento de “Nuvem Negra”, uma reinterpretação da música de Djavan e Gal Costa. A presença de Linn vai colaborar para o diálogo entre música, performance e questões identitárias que costumam permear sua produção.
Além do caráter artístico, o festival vai se posicionar como um encontro cultural que valoriza a diversidade de linguagens. A curadoria aposta em combinações de artistas veteranos e nomes contemporâneos para construir uma noite plural, com diferentes linguagens da música negra, ritmos populares e experimentações sonoras.
Para quem não conseguir ir a Recife, o AFROPUNK vai voltar em novembro, em Salvador — uma alternativa para quem acompanha o circuito e pretende conferir outras edições. No entanto, a edição de setembro em Recife terá seu próprio recorte e identidade, marcada pela escolha do local e pelo encontro inédito de artistas no campus da UFPE.
Atrações
Line-up principal
- Ebony – apresentação no auge da turnê “KM2”, com repertório que inclui “KIA” e “Extraordinária”.
- Lia de Itamaracá – abertura do festival aos 83 anos, em show com Daude; parceria que rendeu o álbum “Pelos Olhos do Mar” (2025).
- Linn da Quebrada – retorno à carreira solo com “Nuvem Negra”, reinterpretação de Djavan e Gal Costa.
Serviço – AFROPUNK Experience Recife
- Quando: 12 de setembro
- Onde: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
- Ingressos e informações: IDW Tickets
O AFROPUNK Recife se apresenta como uma aposta de cena que dialoga com a história local e com tendências nacionais, ao mesmo tempo em que oferece momentos de celebração e experimentação. A combinação entre nomes consagrados e artistas em movimento promete criar uma atmosfera plural, apta a atrair diferentes públicos para um evento que quer ser, desde a estreia, parte do calendário cultural da cidade.
Seja pelo repertório já divulgado, pela colaboração entre artistas de gerações distintas ou pelo cenário escolhido, a edição de setembro vai oferecer um panorama do que tem movimentado a música e as festas urbanas contemporâneas, respeitando tradições e incorporando novas leituras sonoras.
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