Wicked: Parte 2 lidera lista de piores filmes de 2025
Wicked: Parte 2 lidera lista de piores filmes de 2025 segundo críticos que apontam a produção como vazia, confusa e incapaz de repetir o carisma do longa anterior.
Sucesso de bilheteria não evita críticas duras
Lançado um ano após a primeira parte, o longa dirigido por Jon M. Chu transformou o musical de duas horas e meia em um épico de quase cinco horas dividido em dois capítulos. A estratégia mantém a franquia em evidência e já garante excelentes resultados de bilheteria, mas especialistas indicam que o retorno financeiro é o único ponto positivo.
Química entre Ariana Grande e Cynthia Erivo desaparece
No filme original, a atuação de Ariana Grande (Glinda) e Cynthia Erivo (Elphaba) conquistou público e gerou indicações ao Oscar. Desta vez, a dupla não reproduz a mesma sintonia: avaliações apontam interpretações engessadas, falta de espontaneidade e canções pouco inspiradas. Nem o alcance vocal das artistas foi suficiente para evitar a impressão de apatia.
Enredo alongado e sem foco narrativo
Críticos relatam que a primeira hora se arrasta em números musicais extensos enquanto Elphaba é perseguida pelo Mágico de Oz e Glinda tenta conciliar lealdade e amizade. Entretanto, o propósito das protagonistas permanece nebuloso, com objetivos mal definidos para libertar Oz ou expor governantes.
Conexão com O Mágico de Oz causa ruído
Quando Dorothy chega a Oz, referências ao clássico de 1939 surgem, apresentando origens do Leão Covarde, Homem de Lata e Espantalho. Porém, tais ligações são apontadas como distrativas, sem relação direta com o conflito principal. Personagens icônicos aparecem brevemente, enquanto momentos considerados cruciais ocorrem fora de cena.
Direção e montagem comprometem emoção
Especialistas classificam a condução de Jon M. Chu como superficial. Sequências dramáticas, como a queda de Nessa e a transformação de Fiyero, carecem de peso emocional. Até o casting da vencedora do Oscar Michelle Yeoh como Madame Morrible é tido como subaproveitado. Algumas publicações, como a Variety, questionam se condensar a história em um único filme não teria ampliado seus pontos fortes.
Apesar dos problemas criativos, “Wicked: Parte 2” demonstra que decisões comerciais podem prevalecer sobre a narrativa. Resta saber se o público manterá o interesse pelos próximos lançamentos ou se o desgaste afetará a franquia.
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Crédito da imagem: UOL
Fonte: UOL
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