Sequência de ‘O Diabo Veste Prada’ está em fase inicial de produção, segundo revista

Postado Por: Redação Categoria: Filmes

Sequência de ‘O Diabo Veste Prada’ está em fase inicial de produção, segundo revista

Ao que tudo indica, “O Diabo Veste Prada” terá uma sequência quase vinte anos após seu lançamento. A informação foi divulgada pela revista Puck em uma matéria publicada na noite desta segunda-feira (8).

Segundo a reportagem, a trama irá mostrar Miranda Priestly (Meryl Streep) enfrentando desafios em sua carreira devido ao declínio do mercado editorial. Para superar essa fase difícil, ela terá que buscar a ajuda de Emily (Emily Blunt), que agora é uma executiva de destaque em um grupo de luxo, com grandes recursos para publicidade.

O Deadline informou que o filme está em fase inicial de produção pela Disney, que detém os direitos do filme original de 2006. Meryl Streep e Emily Blunt já estão confirmadas para a sequência, mas ainda não há informações sobre o retorno de Anne Hathaway.

A equipe técnica permanecerá a mesma: o roteiro será escrito por Aline Brosh McKenna, que também escreveu o primeiro filme; a produção ficará a cargo de Wendy Finerman; e a direção será novamente de David Frankel, responsável pelo sucesso do filme original.

“O Diabo Veste Prada”, lançado em 2006, narra a história da jovem jornalista Andrea Sachs (Anne Hathaway) e sua experiência como assistente da exigente editora-chefe da revista de moda Runway, Miranda Priestly (Meryl Streep). Andrea trabalha ao lado de Emily (Emily Blunt), que é apaixonada pelo mundo da moda e dedica-se intensamente ao seu trabalho.

Dificuldade tecnológica impediria a sequência?

Em abril deste ano, Anne Hathaway mencionou que a possibilidade de uma continuação do filme seria “provavelmente nula”.

“Todos nós nos adoramos e, se alguém pudesse pensar em uma maneira de fazer isso, acho que seríamos loucos se não o fizéssemos”, disse a atriz em entrevista à revista V.

“No entanto, há uma enorme diferença no mundo atual devido à tecnologia. Uma das características dessa história é que se tratava da produção de um objeto físico. Agora, com tanta coisa digital, seria muito diferente. Talvez eu, Stanley, Emily, Meryl, Dave Frankel e Patricia Field devêssemos fazer outra coisa juntos. Isso seria divertido”, concluiu.

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