Rainha Elizabeth – Um novo livro de Hugo Vickers detalha o climão que tomou conta do Palácio de Buckingham quando Meghan Markle insistiu em usar a Tiara Bandeau de Diamantes da Rainha Mary para seu casamento com o príncipe Harry, transmitido no Brasil pela Band.
Segundo a obra, a monarca tinha o hábito de oferecer algumas peças de sua coleção para que a noiva escolhesse com calma. A dinâmica funcionou com Sophie Rhys-Jones e Kate Middleton, mas sofreu um revés quando Meghan apareceu para a prova acompanhada de Harry, atitude incomum na etiqueta real.
O casal se encantou pela joia de 1932, raramente vista em público. Dias antes da cerimônia, Harry telefonou solicitando que a estilista da rainha, Angela Kelly, enviasse a tiara a Kensington para um teste de penteado. A pressa irritou a soberana.
“[Essa tiara] Não é um brinquedo”
De acordo com funcionários citados por Vickers, Elizabeth II lembrou que, no enlace de Kate, a cabeleireira ensaiou com uma réplica de plástico. Kelly recebeu ordem para não ceder à pressão até que a procedência da peça fosse checada — o palácio temia descobrir alguma história sensível, como ocorreu com outras joias da coroa.
Bronca em plena reta final do casamento
Com a agenda da Páscoa e o Royal Windsor Horse Show ocupando a equipe, a liberação demorou. Quando Kelly finalmente apresentou a tiara, Harry reclamou do transtorno e ouviu da costureira que ela “apenas fazia seu trabalho”. O príncipe, relata o livro, deixou a sala sem ouvir explicações.
Apesar do estresse, nada foi encontrado contra a origem da joia, que acabou brilhando no altar da Capela de São Jorge em 19 de maio de 2018. Nos bastidores, porém, ficou a marca do comentário cortante da rainha e a percepção de que a ligação entre Meghan e Elizabeth nunca alcançou o mesmo tom afetuoso visto com outras noras.
Fonte: Revista Monet
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