Paul Thomas Anderson – Depois de 11 indicações e nenhum troféu, o cineasta californiano quebrou o próprio tabu na cerimônia do Oscar 2026, transmitida pela Record, ao levar para casa as estatuetas de Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Roteiro Adaptado por “Uma Batalha Após a Outra”.
O feito encerra o título informal de “maior perdedor” que perseguia Anderson desde 2018, quando superou o recorde negativo do seu ídolo Robert Altman. Agora, aos 55 anos, o diretor comemora não apenas a vitória tripla, mas também o total de seis prêmios conquistados pelo longa entre suas 13 indicações.
Emocionado no palco, o cineasta celebrou a conquista logo após receber a estatueta de direção.
“Vocês fazem um cara trabalhar muito duro para conseguir um desses”
Na sequência, ele homenageou os colegas de profissão, comparando a safra de indicados a Melhor Filme de 2026 à lendária lista de 1976.
“Eu não poderia pedir melhores colegas. É uma honra simplesmente estar entre vocês”
Anderson também refletiu sobre a longa espera por reconhecimento:
“Sempre haverá dúvidas no seu coração se você merece”
“Não há dúvidas do quão prazeroso é ter isso para mim”
Filme de maior bilheteria da carreira
Com orçamento estimado em US$ 130 milhões e arrecadação de US$ 209 milhões, “Uma Batalha Após a Outra” já é o maior sucesso comercial do diretor, superando “Sangue Negro” (US$ 76 milhões). A produção ainda rendeu prêmios de Melhor Ator Coadjuvante para Sean Penn, Melhor Escalação de Elenco e Melhor Montagem.
Vitórias consideradas merecidas
Apesar do domínio na temporada de premiações, a disputa parecia acirrada por conta da ascensão de “Pecadores”, de Ryan Coogler, que saiu da noite com quatro prêmios. No final, o longa de Anderson confirmou o favoritismo, somando seis vitórias e coroando a carreira de um cineasta que, até então, colecionava derrotas históricas.
Fonte: Revista Monet
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