Milly Alcock – A australiana que assumirá o manto da Supergirl dividiu suas impressões sobre as críticas de grandes cineastas aos filmes de heróis, em entrevista publicada nesta terça-feira (31 de março) pela revista Vanity Fair.
Martin Scorsese já comparou produções do gênero a “atrações de parque temático”, enquanto Ridley Scott foi ainda mais direto, chamando os longas inspirados em HQs de “chatos para caramba”. Questionada sobre esses comentários, Alcock mostrou tranquilidade e respeito pelos veteranos.
“Eu entendo. Eles estão aqui há muito tempo fazendo filmes fenomenais. Nem todos os filmes são para todo mundo. A beleza da arte é que você pode ser seletivo”
Preparação para vestir o uniforme da Kryptoniana
O filme Supergirl marca a entrada definitiva de Alcock no universo cinematográfico da DC e tem estreia prevista para junho deste ano. Consciente da paixão – e da cobrança – dos fãs, a atriz garante que críticas externas não a intimidam.
Lições trazidas de A Casa do Dragão
Antes de voar pelos céus de Metrópolis, Alcock ganhou fama como Rhaenyra Targaryen jovem em A Casa do Dragão, derivado de Game of Thrones. A experiência a ajudou a lidar com a exposição e com possíveis ataques dirigidos a protagonistas femininas.
“Isso definitivamente me fez perceber que simplesmente existir como mulher nesse espaço é algo sobre o qual as pessoas comentam. Nós nos acostumamos demais com essa estranha sensação de ter algum tipo de posse sobre os corpos das mulheres. Eu não posso impedir isso de verdade. Só posso ser eu mesma”
Com discurso pé no chão e olhar confiante, Milly Alcock segue focada na missão de apresentar uma nova versão da Supergirl ao público, deixando claro que divergências sobre o gênero fazem parte do jogo – e não tiram sua animação para o voo que vem pela frente.
Fonte: Revista Monet
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