Isabelle Nogueira — a ex-BBB que se transformou em embaixadora do Amazonas celebra o impacto da sua participação no reality e mantém a missão com o Festival da Cunhã.
- Isabelle diz que sua passagem pelo BBB valorizou cultura, gastronomia e turismo do Amazonas.
- Ela recebeu a Medalha de Ouro Rodolpho Valle na Câmara Municipal de Manaus.
- Relata crescimento de 80% no turismo, recordes de público em Parintins e alta nas vendas de artesanato.
- O Festival da Cunhã troca ingressos por alimentos: 30 toneladas arrecadadas no ano passado.
Do BBB para embaixadora do Amazonas
Isabelle Nogueira conta que entrou no Big Brother com uma missão: mostrar o potencial do Amazonas. A estratégia parece ter funcionado — a expressão “efeito Isabelle” já circula pela região como sinônimo de visibilidade para a cultura local.
“Estou muito feliz! É um propósito muito lindo levar a cultura, entretenimento, saber gastronômico e turismo. A gente também faz um trabalho social, contribuindo com os povos da floresta. É muito gostoso ver que as pessoas nominaram esse impacto positivo que o Amazonas e a Região Norte tiveram a partir da minha participação no Big Brother.” — Isabelle Nogueira, em conversa com a Quem
Impacto medido e reconhecimento
Além do discurso, Isabelle apresenta números: segundo ela, pesquisas com visitantes apontam que muitos chegaram à região por influência da sua participação no reality. O reconhecimento institucional veio com a Medalha de Ouro Rodolpho Valle, concedida pela Câmara Municipal de Manaus.
“O Efeito Isabelle tem dados. O Amazonas prosperou 80% a mais. Isso é comprovado por meio de pesquisas com os visitantes, que, ao serem questionados sobre como chegaram à região, respondem que foi por meio da Isabelle. Nós batemos recordes de público em Parintins em 2024 e 2025. Espero que a gente bata também em 2026. Além do mais, a gente teve recorde de procura pelo termo Cunhã-Poranga, Boi Garantido e Festival de Parintins. O artesanato foi vendido acima de 300% da média, gerando um giro econômico muito forte.” — Isabelle Nogueira, em entrevista à Quem
Festival da Cunhã: cultura e solidariedade
O Festival da Cunhã funciona como esquenta para o Festival de Parintins e mistura celebração cultural com ação social: a maior parte dos ingressos é obtida mediante doação de alimentos para comunidades indígenas e ribeirinhas afetadas pelas mudanças climáticas.
“A gente trouxe um timaço para viver essa experiência imersiva antes do grande show na Arena da Amazônia, o qual é 90% gratuito, já que a gente troca ingresso por alimentos, que são destinados às comunidades indígenas e ribeirinhas, impactadas pelas mudanças climáticas. No ano passado, a gente arrecadou 30 toneladas de alimentos e, neste ano, pretendemos arrecadar mais.” — Isabelle Nogueira, em conversa com a Quem
Leia a cobertura completa da entrevista no site da Quem.
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Crédito da imagem: Reprodução / Quem
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