Julia Wolchover frequentou Queen’s Gate School, tradicional colégio feminino de South Kensington
Quem: Julia Wolchover, anglo-brasileira de 26 anos e irmã do influenciador Joe Wolchover, conhecido nas redes como “Gringo Baiano”.
O que: Ela foi aluna do Queen’s Gate School, instituição particular para meninas situada em South Kensington, bairro nobre de Londres, cuja anuidade chega a 20 mil libras esterlinas — valor equivalente a aproximadamente R$ 134 mil.
Onde e quando: O colégio, fundado em 1891, fica próximo ao West End e hoje tem mais de 500 alunas matriculadas. Julia estudou lá durante a infância e adolescência, após saída do ensino público.
Como: A jovem relata que, apesar de sua família ter privilégios, havia uma diferença clara entre sua rotina e a de muitas colegas: enquanto algumas moravam a cinco minutos da escola, ela fazia cerca de uma hora de metrô. Mesmo assim, conta ter mantido boas relações com colegas e professores e participado de atividades extracurriculares, como clubes de debate e esportes.
Por que a experiência chamou atenção: o Queen’s Gate School já teve entre suas alunas figuras ligadas à elite britânica, como Camila Parker Bowles, além de atrizes como Tilda Swinton e Anya Taylor-Joy. Julia afirma que conviver com esses círculos influenciou aspectos de sua vida adulta, do sotaque ao comportamento profissional, e que aprendizados acadêmicos — incluindo latim e grego antigo — a ajudaram em sua formação.
Hoje formada em literatura francesa pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, Julia trabalha com pesquisa e produção cinematográfica. Ao contrário do irmão, que soma 1,2 milhão de seguidores e viralizou ao mostrar a fusão cultural entre suas origens inglesa e brasileira, ela evita a exposição digital e participa apenas ocasionalmente dos vídeos de Joe. A relação entre os dois é próxima; ele costuma brincar sobre as diferenças de escolas que frequentaram — ele relata ter estudado em instituição com anuidade de cerca de 15 mil libras (R$ 100 mil) — e ela reconhece o apoio da família, cujo pai é advogado criminalista.
Julia também descreve a diversidade cultural presente em sua turma — com filiação francesa, árabe e russa entre as colegas — e afirma não ter sofrido bullying. Ela diz ter aprendido a não se impressionar com riqueza e nota que o sotaque adquirido no convívio com a aristocracia facilita interações em ambientes profissionais. A repercussão do sucesso do irmão no Brasil a levou a se reconectar com aspectos da cultura materna, inclusive descobrindo artistas brasileiros que não conhecia antes.
O relato reúne impressões sobre ensino de elite, deslocamento social e formas distintas de lidar com a visibilidade pública dentro da mesma família.
Com informações de Revistamarieclaire.globo
Siga a Casa das Fofocas e receba as novidades de famosos, TV e cinema em primeira mão.




