A atriz Thaila Ayala revelou ter ficado em choque ao ouvir a filha Tereza usar um termo incomum para partes íntimas. O episódio gerou preocupação imediata, mas o casal soube lidar com a situação.
Thaila Ayala compartilhou uma experiência preocupante envolvendo sua filha mais nova, Tereza, de apenas 3 anos, que a deixou em estado de alerta. Durante sua participação no programa “Mil e Uma Tretas”, a atriz revelou que teve a impressão de que a menina poderia estar passando por alguma situação de abuso, após ouvir um termo inesperado para se referir às partes íntimas.
Casada com Renato Góes, Thaila esclareceu que tanto ela quanto o marido sempre buscaram abordar o tema de maneira transparente dentro de casa. Desde o nascimento de seus filhos, Francisco, de 4 anos, e Tereza, o casal adotou a prática de pedir permissão antes de realizar a higiene íntima, com a intenção de ensinar sobre consentimento e respeito ao corpo.
Em um momento de reflexão, a atriz enfatizou a importância de utilizar os nomes corretos dos órgãos genitais das crianças, a fim de facilitar o diálogo e permitir a identificação de qualquer situação anormal. Por isso, seu espanto ao ouvir a filha usar um apelido inusitado foi significativo.
“Isso era um diálogo aberto dentro de casa. Quem dá banho são basicamente a mãe, o pai, a babá e minha cunhada. Não tenho família própria, então somos nós. Isso é acordado desde sempre. Já até conversei sobre isso na escola com a única responsável por trocar a fralda da minha filha”, contou.
Thaila relembrou o desespero ao escutar a palavra mencionada pela menina. “Outro dia, do nada, a minha filha solta um apelido que nem lembro… Vocês não estão entendendo: eu quase desmaiei. Comecei a tremer na hora. Tremia, tremia, tremia, passava mal, porque ali você já pega um possível abuso”, revelou, mostrando a gravidade da situação em sua mente.
A reação imediata da atriz se deu pelo fato de que muitos abusadores costumam usar “apelidinhos” ou termos diferentes para se referir às partes íntimas das vítimas, o que a levou a imaginar cenários alarmantes. No entanto, após investigar, Thaila descobriu que o apelido havia sido utilizado pela babá da criança, sem qualquer intenção negativa. Aliviada, ela destacou a importância de manter conversas abertas com os filhos e estar atenta às mudanças na rotina.
“Falei: ‘Menos mal’. Mas só ali você já pode proteger sua criança, ao saber que alguma coisa da rotina mudou, só por dar o nome real”, concluiu.





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