No podcast 'Bora com Caio Fischer', a mãe do humorista relatou que Paulo Gustavo surgiu diante dela no palco em três sessões de 'Meu Filho é um Musical'. Ela disse que ele sorriu para ela e que sente sua presença constantemente.
Dona Déa Lúcia emocionou o público ao relatar uma experiência pessoal que viveu relacionada ao espetáculo Meu Filho é um Musical, montagem que presta homenagem a Paulo Gustavo, morto em 2021 vítima da Covid-19. Em participação no podcast “Bora com Caio Fischer”, a mãe do humorista contou que, durante uma sessão no Rio, viu o filho surgir diante dela no palco — e que isso ocorreu três vezes.
“Eu sinto ele muito próximo. Até tem momentos… Vou até confessar agora para vocês… Eu estava no Rio, fazendo a sessão, quando eu estou entrando para cantar, ele surge no palco e fica em pé na minha frente. Eu vi. Eu olhei assim, ele sorriu para mim. Aí eu fiquei meio tensa. Acho que o pessoal da música percebeu que estava acontecendo alguma coisa, eles deram introdução novamente e eu cantei. Mas eu vi ele na minha frente. E depois aconteceu mais uma vez. E depois mais uma. Três vezes isso aconteceu”
No relato, Dona Déa descreveu uma mistura de emoção, surpresa e tensão: ela disse que teve a sensação clara de ver Paulo diante dela, que ele sorriu e que, por causa do momento, a equipe musical voltou a dar a introdução antes que ela concluísse a canção. A descrição foi feita em primeira pessoa e enfatizou a repetição do fenômeno — três aparições —, detalhe que a própria mencionou como marcante.
O musical Meu Filho é um Musical chegou como uma homenagem ao humorista e artista, e as falas de Dona Déa acrescentaram uma camada íntima e afetiva ao projeto. Ao explicar onde tudo aconteceu, ela citou o Rio como local da sessão em que teve a experiência. A informação sobre a morte de Paulo Gustavo em 2021, em decorrência da Covid-19, também foi lembrada como contexto para a homenagem.
Para quem acompanha lembranças e relatos de pessoas próximas a artistas mortos, o depoimento de Dona Déa chamou atenção justamente pela clareza das imagens que ela descreveu — a presença no palco, o sorriso, a reação da equipe musical e a repetição do acontecimento. A forma como ela contou a história, alternando emoção e detalhes práticos, reforçou a dimensão pessoal do tributo que a montagem pretende representar.
Além do relato principal, o testemunho serviu para reacender o interesse pela memória do ator e comediante, lembrado por trabalhos na televisão, no cinema e pelo impacto cultural que deixou. A narrativa de Dona Déa adicionou um elemento íntimo ao circuito de homenagens e discussões sobre o legado do artista, ao mesmo tempo em que preservou o tom de reverência que envolve o projeto teatral.
O depoimento foi recebido com comoção por ouvintes e fãs que acompanham tanto a trajetória do musical quanto as lembranças compartilhadas pela família. A experiência narrada por Dona Déa segue como parte das recordações públicas sobre Paulo Gustavo e da forma como seu nome continua sendo lembrado em produções que o homenageiam.



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