Coroação de William e Kate – Fontes do Radar Online revelaram que a Família Real britânica já prepara a cerimônia que colocará o Príncipe William e Kate Middleton no trono, orçada em pouco mais de R$ 260 milhões, mesmo com o Rei Charles III ainda no poder e lutando contra um câncer desde 2024.
De acordo com os informantes, a saúde de Charles mantém acesa a discussão sobre uma possível abdicação “em questão de tempo”, menos de três anos após sua coroação.
“As pessoas estão dizendo abertamente que Charles deveria fazer a coisa certa e abdicar. Há um consenso de que a Família Real precisa de um começo novo”
Metade do orçamento de Charles
O evento pretendido para William e Kate deve custar US$ 50 milhões (cerca de R$ 260 milhões), exatamente a metade dos quase US$ 100 milhões (R$ 523 milhões) usados na coroação de Charles e Camilla em 2023 — valor que rendeu duras críticas pela ostentação diante do alto custo de vida no Reino Unido.
“William e Kate não vão querer nada de ostentação quando for a vez deles. Haverá muita pompa e esplendor, mas nada próximo ao mesmo nível de gastança. Estão dizendo que eles vão usar metade do orçamento. Eles estão comprometidos em mudar a monarquia e ser menos fúteis com o dinheiro dos impostos”
Apesar da pressão, um assistente do palácio garantiu que Charles “não vai ser forçado” a renunciar; a decisão ocorrerá somente “nos termos dele”. Caso o monarca aceite abdicar, a nova coroação é cogitada para o meio do ano.
Olhar voltado para os herdeiros
A maior preocupação de William e Kate, segundo as fontes, são os filhos George (12), Charlotte (10) e Louis (7). O casal avalia que proteger as crianças é também garantir o futuro da Coroa.
“Mesmo que George se torne o rei, Kate quer que todos seus filhos cresçam sendo pessoas independentes. Ela odiaria que Charlotte e Louis se sentissem inseguros como Harry enquanto crescem. A última coisa que a família precisa é outra saga de ‘reservas’”
O ex-assessor real Rob Shuter estimou que a abdicação possa ocorrer “entre seis meses e um ano”, enquanto o consultor de crise Mark Borkowski avaliou que a tarefa de restaurar a credibilidade da monarquia “está completamente nos ombros” de William.
Fonte: Revista Monet
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