São Paulo – O cantor e compositor paulistano Pélico marcou para 26 de setembro o lançamento de seu sexto trabalho de estúdio, “A universa me sorriu – Minhas canções com Ronaldo Bastos”. O projeto reúne dez faixas inéditas, todas compostas em parceria com o letrista fluminense Ronaldo Bastos, nome ligado aos sucessos do movimento Clube da Esquina.
Para apresentar o disco, Pélico divulga em 26 de agosto o single “Infinito blue”. A canção chega um mês antes do álbum completo e traz arranjo conduzido pelo violão de nylon de João Erbetta, além do sopro da flauta queña tocada por Marcelo Politano.
Parceria construída ao longo dos anos
Ronaldo Bastos conheceu a obra de Pélico em 2011, após o lançamento do álbum “Que isso fique entre nós”. O encontro pessoal aconteceu em 2012, mas a primeira composição conjunta só veio em 2019, dando origem à ideia de um disco colaborativo.
Em 2025, a dupla intensificou o trabalho entre reuniões presenciais, telefonemas e trocas de mensagens, resultando nas dez canções que estarão no repertório. Além da faixa-título e de “Infinito blue”, o álbum inclui “Luz da manhã” e “Sua mãe tinha razão”.
Detalhes da gravação
As sessões ocorreram nos estúdios Sound Design Prod e Toca do Tatu, em São Paulo, sob produção, mixagem e masterização de Jesus Sanchez. O lançamento sai pelo selo SóLóv Music em parceria com a YB Music.
Imagem: Mauro Ferreira via g1.globo.com
Com 49 anos, Pélico divide a autoria das letras com Bastos, de 77 anos, reforçando o diálogo entre gerações e sotaques musicais.
“A universa me sorriu – Minhas canções com Ronaldo Bastos” sucede “Quem me viu, quem me vê” (2018) na discografia do artista, que desconsidera o álbum de estreia “Melodrama” (2003) em sua contagem oficial.
Com informações de G1
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