O craque argentino comunicou a decisão nesta quinta-feira (31 de agosto). Ele já havia anunciado aposentadoria em 28 de junho de 2016, após a derrota para o Chile na final da Copa América, e depois voltou atrás.
O craque argentino Lionel Messi anunciou ontem (31 de agosto) sua aposentadoria da seleção argentina. Não é a primeira vez que o camisa 10 toma essa decisão: o atleta de 39 anos já havia anunciado sua primeira aposentadoria em 28 de junho de 2016, dois dias após a derrota para o Chile na final da Copa América, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Na ocasião de 2016, Messi publicou uma mensagem nas redes e disse que, para ele, a seleção havia chegado ao fim. Na sequência daquela primeira decisão, ele voltou atrás e retomou a carreira com a seleção, acumulando nova sequência de partidas, gols e títulos que redesenharam parte de seu legado com a camisa albiceleste.
“Para mim, a seleção acabou. Fiz tudo o que podia. Dói não ser campeão”.
Antes do primeiro anúncio de 2016, Messi havia disputado 113 partidas e marcado 55 gols pela Argentina, passando por derrotas em finais importantes — entre elas a Copa do Mundo de 2014 e as edições da Copa América de 2007, 2015 e 2016. Após a reversão da decisão, ele somou mais 94 jogos pela seleção e marcou 70 gols, além de conquistar quatro títulos relevantes pelo país.
Os troféus obtidos no período entre as duas aposentadorias incluem: a Copa do Mundo de 2022, as edições da Copa América de 2021 e 2024 e a CONMEBOL–UEFA Cup of Champions (conhecida como Finalíssima) de 2022. Esses resultados deram novo contorno ao histórico do jogador com a seleção, incorporando ao currículo a conquista máxima do futebol e títulos continentais e interconfederacionais.
Ao considerar os números apresentados ao longo dos dois ciclos, as parcelas registradas na matéria somam 207 partidas e 125 gols — um indicativo do volume de partidas e da efetividade ofensiva construída ao longo dos anos com a camisa da Argentina.
Apesar do anúncio de aposentadoria do time nacional, o jogador seguirá sua carreira nos clubes: ele permanecerá atuando pelo Inter Miami, dos Estados Unidos, com quem tem contrato até dezembro de 2028. Essa condição significa que, enquanto encerra sua trajetória na seleção, sua carreira em nível de clubes continuará ativa por mais temporadas, segundo os termos contratuais vigentes.
O novo anúncio reacende o debate sobre o legado esportivo do atleta — marcado por títulos, recordes e momentos decisivos — e sobre a forma como suas conquistas pela Argentina serão lembradas dentro e fora de campo.

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