Juliana Paes e o marido, Carlos Eduardo Baptista, acionaram a Emirates na Justiça do Rio pedindo R$82 mil por transtornos em voo ao Japão. O embarque no Galeão, em 30 de março às 3h30, teve falhas que motivaram a ação.
A viagem que deveria ser uma aventura tranquila para Juliana Paes e seu marido, Carlos Eduardo Baptista, se transformou em um verdadeiro pesadelo. Com destino ao Japão, o casal enfrentou uma série de problemas que os levaram a processar a companhia aérea Emirates na Justiça do Rio de Janeiro.
O valor da ação gira em torno de R$ 82 mil, uma quantia que a atriz busca como reparação pelos transtornos enfrentados. O drama começou na madrugada do dia 30 de março, quando o embarque no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, estava programado para as 3h30. O voo tinha Tóquio como destino final e uma conexão rápida em Dubai, com duração de apenas 2h10.
Para evitar contratempos, Juliana e Carlos chegaram ao aeroporto com bastante antecedência, mas logo se depararam com uma série de adiamentos. De acordo com informações, a aeronave só conseguiu decolar às 10h da manhã, resultando em atrasos que fizeram com que o casal perdesse o voo de conexão nos Emirados Árabes.
Em vez de uma viagem planejada para durar 26 horas, o trajeto se estendeu para inacreditáveis 43 horas e 35 minutos. O desconforto da longa jornada foi intensificado por um problema no assento de Juliana durante o voo. Segundo o processo, a poltrona dela apresentou um defeito no sistema de inclinação, travando em uma posição pouco confortável.
A atriz afirmou que a tripulação da Emirates não ofereceu suporte ou alternativas para resolver a situação, o que deixou o casal ainda mais frustrado. Sentindo-se lesados pela experiência, Juliana e Carlos decidiram buscar seus direitos na Justiça.
O valor total da ação é dividido em R$ 32 mil para cobrir os danos materiais que sofreram, além de R$ 25 mil de indenização por danos morais para cada um, totalizando os R$ 82 mil mencionados anteriormente. Com essa atitude, o casal espera não apenas uma compensação financeira, mas também que a companhia aérea melhore seus serviços e atenda melhor seus clientes no futuro.






