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Dwayne Johnson, conhecido mundialmente como The Rock, ocupa atualmente posição de destaque entre os artistas mais bem remunerados do entretenimento, com rendimento anual próximo a 100 milhões de dólares. Sua participação na empresa Teremana Tequila, avaliada em cerca de US$ 2 bilhões, e a carreira no cinema e na televisão contribuíram para uma fortuna estimada em torno de US$ 800 milhões.
Apesar dos valores bilionários e de recordes de pagamento — como os US$ 5,5 milhões recebidos por seu papel de estreia em O Escorpião Rei (2002), reconhecidos pelo Guinness, e os US$ 50 milhões adiantados por Operação Natal (2024), apontados como o maior cachê por um único papel —, Johnson começou sua vida profissional com um salário muito modesto.
Em postagem no X (antigo Twitter), o ator relatou que, aos 13 anos, trabalhou lavando louça no restaurante Emilio’s Pizza, em Honolulu, no Havaí. Segundo ele, seu turno ia das 15h até as 11h30 da noite diariamente, e o pagamento na época era de apenas US$ 3,45 por hora. Na publicação, Johnson brincou que até hoje continua lavando louça.
Ao longo dos anos, o ator consolidou sua exigência salarial: em 2018 estabeleceu um piso de US$ 20 milhões por projeto e introduziu o que vem sendo chamado de “Taxa de Redes Sociais”, cobrando, segundo contratos relatados, pelo menos US$ 4 milhões para promover seus filmes em suas plataformas, beneficiando-se dos mais de 390 milhões de seguidores.
No campo televisivo, Johnson também alcançou pagamentos expressivos. Pela série Ballers, recebeu US$ 650 mil por episódio durante as cinco temporadas, o que equivalia a US$ 6,5 milhões por temporada considerando dez episódios.
O relato sobre o início humilde da carreira de The Rock é associado, no texto original, a uma explicação comparativa das regras trabalhistas no Brasil e nos Estados Unidos. No Brasil, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece a idade mínima de 16 anos para trabalhar, com restrições, e prevê a modalidade de Menor Aprendiz a partir dos 14 anos, desde que o jovem esteja matriculado e frequentando a escola. Aos 18 anos, passam a valer as modalidades sem as mesmas limitações.
Nos Estados Unidos, onde Johnson cresceu, há regras distintas: crianças com 13 anos ou menos podem realizar trabalhos informais; entre 14 e 15 anos, o trabalho em escritórios, varejo, restaurantes e cinemas é permitido, com limites de horário e restrições noturnas; jovens de 16 e 17 anos podem ocupar qualquer função não classificada como perigosa sem limite de horas; e a partir dos 18 anos não há restrições de função ou jornada.
O contraste entre o começo remunerado por hora em um restaurante e os pagamentos milionários nas décadas seguintes ilustra a trajetória profissional que levou Johnson de empregos informais na adolescência ao patamar atual na indústria do entretenimento.
Com informações de Revistamonet.globo
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