Se existe álbum com azar de nascença no pop, é “Glitter”. E Mariah Carey decidiu que, 25 anos depois, é hora de acertar as contas: a diva soltou na madrugada desta quinta-feira (20) o remix de “Didn’t Mean to Turn You On”, com Rochelle Jordan, abrindo a celebração.
E tem mais vindo
Mariah avisou que guarda muitas surpresas para a data. A primeira já confirmada: nova edição do álbum em 30 de outubro, com pré-venda aberta.
A novela por trás de “Loverboy”
Aqui a história fica boa. O single “Loverboy” virou hit, mas o sample que Mariah queria usar terminou em uma faixa de Jennifer Lopez — episódio que alimentou anos de especulação sobre o que aconteceu nos bastidores.
O ex-marido no comando da gravadora
Como se não bastasse, houve relatos de boicote atribuídos a Tommy Mottola — ex-marido da cantora e, na época, chefe da Sony Music, justamente a gravadora dela.
E aí veio o 11 de setembro
O golpe final não teve nada a ver com música: o disco foi lançado no dia dos ataques de 11 de setembro de 2001. Nenhuma campanha de divulgação sobreviveria a isso.
O público mudou o final da história
Massacrado no lançamento, “Glitter” foi resgatado pelos fãs e hoje é um dos projetos mais queridos da discografia de Mariah. A reedição é praticamente uma reparação.
Anota na agenda
As duas passam pelo Brasil: Mariah com três shows natalinos em novembro, e Rochelle Jordan no Zig Festival, em outubro.
Com informações do PapelPop.
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