Madonna voltou a brilhar nas paradas musicais, alcançando o primeiro lugar com seu novo álbum, ‘Confessions II’. Essa conquista marca sua primeira vez no topo das paradas na década de 2020, um feito que celebra mais de duas décadas desde que seu álbum anterior, ‘Confessions on a Dance Floor’, dominou as paradas. Na sua primeira semana de lançamento, ‘Confessions II’ vendeu impressionantes 134.000 unidades equivalentes a álbuns, solidificando sua posição como um dos maiores ícones da música.
Ao longo de sua carreira, Madonna se destacou por sua capacidade de inovação e reinvenção, e com este novo álbum, ela acumula agora um total de 10 álbuns que chegaram ao primeiro lugar. Sua jornada começou com ‘Like a Virgin’, lançado em 1984, e é notável que ela é a única artista a ter pelo menos um álbum número um em quatro décadas diferentes: 1980, 2000, 2010 e agora 2020. Curiosamente, seus álbuns da década de 1990, como ‘Erotica’, ‘Bedtime Stories’ e ‘Ray of Light’, não chegaram ao topo.
Além disso, Madonna se junta a um seleto grupo de artistas que conseguiram atingir essa marca impressionante. Agora, ela é apenas a quarta artista a acumular 10 números um tanto na Billboard 200 quanto na Hot 100, ao lado de grandes nomes como os Beatles, Taylor Swift e Drake. Essa conquista é um testemunho de sua durabilidade e relevância na indústria musical.
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A última vez que Madonna alcançou o primeiro lugar foi com seu álbum ‘Madame X’, em 2019, que foi seu segundo número um na década de 2010. Outros álbuns, como ‘MDNA’ de 2012 e ‘Rebel Heart’ de 2015, também tiveram desempenhos notáveis, com ‘MDNA’ chegando ao topo e ‘Rebel Heart’ alcançando o segundo lugar.
“Confessions II” foi descrito pela crítica da Rolling Stone como “o melhor álbum de Madonna em 20 anos”, ressaltando sua qualidade e inovação.
A crítica elogiou a obra, destacando que são 64 minutos de groove contínuo, que fluem como um set de DJ de clube, com cada faixa se conectando à seguinte. Além disso, a crítica aponta que o álbum bebe de fontes da rica história da música eletrônica, fazendo referências sutis a clássicos, como um trecho de ‘I Feel Love’ e ‘Apache’, transformando tudo isso em uma autobiografia musical única.
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