Flora Gil, madrasta da cantora Preta Gil, teve um momento emocionante ao falar sobre o legado da artista em uma entrevista durante a estreia do documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e da série Original Globoplay “Meu Nome é Preta”. O evento aconteceu no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, no dia 20 de julho de 2026.
Flora ressaltou que a generosidade era uma das características mais marcantes de Preta, destacando seu espírito corajoso e artístico desde a infância.
“A Preta foi uma das mulheres mais corajosas que eu conheci. Mostrar que ela tinha um lado, desde pequena, um lado artístico, a sensibilidade, a coragem, principalmente a generosidade, as histórias”,
comentou Flora.A empresária também falou sobre a grande capacidade de Preta em ajudar os outros, mesmo sem ter consciência do impacto que causava na vida das pessoas. “Tem histórias lindas, comoventes, emocionantes, histórias que a Preta ajudou muita gente, mesmo sem saber que estava ajudando. Mesmo pessoas que ela não conheceu durante a vida dela, a passagem desses 50 anos da vida dela aqui, pessoas lá de algum interior que tinham dificuldade de ter uma coragem para certas atitudes, para ter determinadas decisões na vida, ou no casamento, ou no corpo, ou no cabelo”, explicou.
Flora enfatizou o legado de generosidade e coragem que Preta deixou.
“A Preta veio no mundo para ajudar. A generosidade dela sempre foi a marca registrada dela. E a coragem. A Preta foi uma das mulheres mais corajosas que eu conheci. E na nossa família, a gente sempre estava ali com ela, amparando para qualquer decisão”,
destacou Flora, relembrando momentos que marcaram a vida da artista.A madrasta fez questão de mencionar a liberdade que Preta sempre teve em se expressar.
“Quando ela fez a capa de disco, que o Gil falou: ‘desnecessário’. Ele falou num tom e depois todo mundo caiu na gargalhada. Ela nunca foi reprimida, ninguém deu bronca nela. Quando ela casou, descasou, engravidou, teve filho, separou, casou de novo. Às vezes falava que era bissexual, às vezes falava que era homossexual, hétero, sempre foi tudo”,
contou Flora, ressaltando que Preta era uma mulher que viveu intensamente sua liberdade.Por fim, Flora Gil concluiu com uma mensagem tocante sobre a artista:
“A Preta era uma mulher liberta, de uma alma liberta, uma alma gentil com as outras diferenças. E é o que importa. Acho que a Preta deixou aqui uma digital de amor, de coragem, de compreensão, e de generosidade, que é o que a gente precisa ter no coração: amor e generosidade.”




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