O segundo e último dia do festival revisita discos-chave do rock brasileiro dos anos 1980. Shows na área externa do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, ocorrem da tarde ao início da noite.
O C6 no Rock chega ao segundo e último dia neste domingo, 23, com uma programação pensada para revisitar alguns dos discos mais importantes do rock brasileiro dos anos 1980. Na área externa do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, o público poderá acompanhar shows que prometem misturar nostalgia e interpretações novas de clássicos — tudo em sequência, do começo da tarde ao começo da noite.
A programação começa com Ira!, que revisita o álbum Vivendo e Não Aprendendo (1986), num set que traz de volta riffs e refrões que marcaram uma geração. Em seguida, Blitz assume o palco para apresentar As Aventuras da Blitz (1982), numa apresentação que também marca o reencontro de Fernanda Abreu com a banda. Mais tarde, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá se juntam a André Frateschi para revisitar Dois (1986), do Legião Urbana, mantendo viva a sonoridade do disco em um formato de colaboração.
Marina Lima chega com Fullgás (1984), trazendo participações especiais de Liminha e Lobão para dar cor e sotaque às canções. E para fechar a noite, o evento reserva um momento grandioso: “Todo amor que houver nessa vida”, tributo a Cazuza que reúne Arnaldo Antunes, Maria Gadú, Frejat, Lobão, Léo Jaime, Leoni e Johnny Hooker em uma homenagem coletiva ao repertório do artista.
C6 no Rock: horários do segundo dia, 23 de agosto
Local: área externa do Auditório Ibirapuera, São Paulo
- 14h15 às 15h15 – Ira! revisita Vivendo e Não Aprendendo (1986).
- 15h45 às 16h45 – Blitz apresenta As Aventuras da Blitz (1982) e marca reencontro com Fernanda Abreu.
- 17h15 às 18h15 – Legião (Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e André Frateschi) revisita Dois (1986).
- 18h45 às 19h45 – Marina Lima canta Fullgás (1984), com participações de Liminha e Lobão.
- 20h15 às 21h45 – “Todo amor que houver nessa vida”: homenagem a Cazuza com Arnaldo Antunes, Maria Gadú, Frejat, Lobão, Léo Jaime, Leoni e Johnny Hooker.
Para quem curte o rock brasileiro dos anos 80, a escalação é praticamente um roteiro de clássicos — e a alternância entre bandas e artistas solos cria um dinamismo que deve agradar tanto fãs antigos quanto quem quer conferir novas leituras desses discos. A ordem dos shows vai do início da tarde até o encerramento, com tempo suficiente para quem quiser aproveitar cada apresentação com calma.
Se você for ao evento, vale chegar com antecedência para garantir lugar e curtir a ambientação da área externa do Auditório Ibirapuera. O encontro reúne nomes que representam diferentes facetas do rock nacional e promete fechar o festival com um tributo emotivo e cheio de participações especiais.



