A atriz Carolina Dieckmann fez um emocionante desabafo sobre a perda de sua amiga Preta Gil, que completa um ano de falecimento nesta segunda-feira, 20 de julho. Na ocasião, foi lançada a documentário “Quanto Mais Preta, Melhor”, disponível no Globoplay. O evento de estreia aconteceu no Rio de Janeiro e Carolina esteve presente, conversando com a repórter Monique Arruda.
Durante a entrevista, Carolina relembrou os momentos marcantes que viveu ao lado da cantora, expressando sua tristeza pela ausência. Ela disse:
“É uma amiga que eu não tenho mais. Eu tive muitos momentos felizes com ela, né? Obviamente, nos dois últimos anos foram mais difíceis, mas ela sempre foi uma mulher muito alegre. Até mesmo na hora que tudo estava muito difícil, ela arrumava um jeito de fazer uma graça e ter um pensamento positivo”.
A estreia do documentário, que homenageia Preta Gil, trouxe à tona muitas recordações e sentimentos para Carolina. A atriz se emocionou ao relembrar a amizade e a importância que Preta teve em sua vida. Contudo, ela também refletiu sobre o uso da amizade delas como exemplo e o impacto disso em seu luto:
“Eu fico feliz, mas isso fica no passado, né? As pessoas falam muito comigo, tipo: ‘ah, o exemplo de amizade’. É uma amiga que eu não tenho mais. Eu acho bonito que as pessoas se inspirem, mas, ao mesmo tempo, para mim, não é mais uma alegria, né? Ela ficou no passado”.
Além dos sentimentos em relação à amizade, Carolina comentou sobre como a religião tem papel importante em sua vida, especialmente em momentos de dor. Recentemente, a atriz também enfrentou a perda de sua avó, Marly, aos 94 anos, o que a fez refletir ainda mais sobre a morte e o luto.
“Poderia ter me acalentado, mas eu acho que eu tive tantos lutos nesses últimos anos, sendo tão próximos e irreparáveis. Então, eu acho que acabei tendo que lidar com isso para trabalhar. E, no final do processo, eu fiquei doente. Assim, não consigo pensar separado. Eu acho que, de fato, emocionalmente, fiquei tão mexida que o meu corpo sucumbiu, de alguma maneira”.
Com essas palavras, Carolina Dieckmann nos faz refletir sobre a dor da perda e a complexidade das relações humanas, ressaltando a importância de lembrar e celebrar aqueles que amamos, mesmo após a partida.






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