Em vídeo, Ary Mirelle disse que optou por ficar no Brasil por causa da ansiedade ao ficar longe dos filhos e do desconforto em voos sem internet. Ela afirmou que gosta de viajar, mas preferiu acompanhar a família.
João Gomes embarcou para a Austrália, onde irá cumprir uma agenda cheia de shows em Brisbane e Sydney. No entanto, a esposa do cantor, Ary Mirelle, ficou no Brasil. Em um vídeo compartilhado com seus seguidores, Ary explicou as razões que a levaram a não viajar com o artista.
“Vocês sabiam que eu tenho muita curiosidade de viajar, ir para o Japão, ir para a Coreia, Austrália… Quando eu fui para Portugal agora, com João, meu coração ficou muito apertado porque não tem internet no voo. Eu tenho um pouquinho de ansiedade em relação aos meus filhos e eu fico querendo saber deles o tempo todo”, disse Ary, que é mãe de Jorge, de dois anos, e Joaquim, de dez meses.
A influenciadora compartilhou que a experiência da viagem para Portugal foi desafiadora, especialmente por não poder se comunicar com os filhos durante o voo. “Se eu vou daqui até ali, na padaria, eu fico querendo saber deles. Eu tenho esse negócio comigo ainda, então é muito difícil para mim. Eu fiquei com o meu coração muito apertado no voo de Portugal. Eu só queria que chegasse para eu poder falar com eles”, relatou.
“Imagina se eu pego um voo desse para a Austrália sem saber dos meus filhos… A maioria tem internet, mas imagina se não tem? Mesmo que tivesse, é muito longe, eu ia ficar querendo saber deles, eu ia ficar distante deles. Então não dá para ir para uma viagem dessa, muito longe, muito cansativo também”, acrescentou Ary.
Ary também explicou porque decidiu não levar os filhos na viagem. “Não vou com os meninos porque, além de ser extremamente cansativo, muita conexão, muito tempo de avião, ia fugir total da rotina deles,” disse. Ela ainda comentou sobre a diferença de fuso horário, que poderia afetar as crianças. “Quando eles estiverem com uns cinco anos ou mais, por aí, eu vejo. Mas agora, não. Quando eu viajo para Europa, Estados Unidos, quatro ou três horas de diferença, eles já sentem muito. Imagina um dia na frente! Eles estão no ‘futuro’ lá”, finalizou.



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